Em setembro de 2026, a Apple revelou ao consumidor brasileiro o custo invisível da era da inteligência artificial: o iPhone 18 Pro chega às lojas com aumentos de até 18,9%, reflexo de uma escassez global de chips de memória provocada pela corrida dos grandes data centers. O fenômeno, batizado de 'inflachip', transforma o que antes era uma disputa corporativa por componentes em uma realidade palpável no bolso de quem simplesmente deseja trocar de celular. É o momento em que a infraestrutura da IA deixa de ser abstrata e passa a ter preço de etiqueta.