Numa era em que a distinção entre o real e o fabricado se torna cada vez mais difícil, a Apple propõe uma resposta técnica a uma questão filosófica antiga: como provar que algo aconteceu. Com o iPhone 18 Pro, a empresa introduz a assinatura criptográfica de imagens no momento da captura, criando uma cadeia de custódia digital que liga o sensor à fotografia final. A tecnologia não resolve a questão da verdade — uma câmara pode fotografar uma mentira —, mas estabelece, pela primeira vez num dispositivo de consumo, uma forma rigorosa de verificar a origem e a integridade de uma imagem.