Depois de anos em que os seus dispositivos cresceram em espessura para acomodar baterias maiores e processadores mais potentes, a Apple inverte agora essa tendência com uma nova filosofia de design que privilegia a leveza sem sacrificar o desempenho. O iPad Pro de 5,1 mm foi o primeiro teste bem-sucedido desta abordagem, e a empresa prepara-se para estendê-la ao iPhone 17, ao MacBook Pro e ao Apple Watch nos próximos anos. É um regresso ao minimalismo que define a identidade visual da marca — mas desta vez sustentado por engenharia, não apenas por estética.
iPhone 17 será mais fino; Apple expande design minimalista a toda linha de produtos
A Apple encontrou a fórmula certa para equipamentos finos, poderosos e com longa autonomia
Porque é que a Apple decide agora voltar aos produtos mais finos, depois de anos a torná-los mais espessos?
Porque conseguiu resolver o problema que a impedia de o fazer. Os produtos ficaram mais espessos porque precisavam de baterias maiores para alimentar processadores mais potentes. O iPad Pro provou que é possível ter tudo — design fino, bateria duradoura, desempenho elevado.
Mas isso não significa que os consumidores vão preferir um iPhone mais fino se isso significar menos bateria?
Exatamente. Por isso é que o iPad Pro é tão importante — a Apple não sacrificou autonomia. Manteve a mesma capacidade de bateria num corpo muito mais fino. É isso que muda o jogo.
O iPhone 17 vai ser mais caro. Porque é que um produto mais fino deveria custar mais?
Porque é mais difícil de fazer. Encaixar os mesmos componentes num espaço menor requer engenharia mais sofisticada, materiais diferentes, processos de fabrico mais precisos. Tudo isso tem um custo.
E o Apple Watch e o MacBook Pro? Faz sentido torná-los mais finos também?
Para o relógio, sim — as pessoas querem algo que se sinta leve no pulso. Para o MacBook, é mais complexo. Os profissionais querem poder de processamento e bateria. Mas se a Apple conseguir manter ambos enquanto reduz a espessura, é uma vitória.
Isto parece ser mais do que apenas design. Há algo maior aqui?
Há. A Apple está a redefinir como pensa sobre os seus produtos. Não é só sobre parecer bem — é sobre reparabilidade, sustentabilidade, e a ideia de que fino não significa frágil ou limitado.
O Pulso
- A Apple enfrenta o desafio histórico de tornar os seus dispositivos mais finos sem comprometer a autonomia da bateria nem a potência do processador.
- O iPad Pro de 5,1 mm quebrou esse impasse ao integrar o chip M4 e manter a capacidade de bateria dos modelos anteriores, provando que a fórmula é viável.
- O iPhone 17, internamente designado D23, será o próximo a receber este tratamento em 2025, podendo chegar ao mercado com um preço superior ao atual iPhone Pro Max.
- A estratégia estende-se ao MacBook Pro e ao Apple Watch, sinalizando uma reorientação profunda na forma como a Apple concebe toda a sua linha de produtos.
- A par do design mais fino, a empresa começa também a melhorar a reparabilidade dos seus dispositivos, tornando esta mudança mais do que uma simples aposta estética.
Depois de anos em que os seus dispositivos cresceram em espessura para acomodar baterias maiores e processadores mais potentes, a Apple inverte agora essa tendência com uma nova filosofia de design que privilegia a leveza sem sacrificar o desempenho. O iPad Pro de 5,1 mm foi o primeiro teste bem-sucedido desta abordagem, e a empresa prepara-se para estendê-la ao iPhone 17, ao MacBook Pro e ao Apple Watch nos próximos anos. É um regresso ao minimalismo que define a identidade visual da marca — mas desta vez sustentado por engenharia, não apenas por estética.
O iPad Pro mais recente da Apple, com apenas 5,1 milímetros de espessura, não é apenas um novo produto — é a prova de conceito de uma estratégia que a empresa pretende aplicar a toda a sua linha. Durante anos, os MacBooks e outros equipamentos foram ficando progressivamente mais espessos, pressionados pelas exigências das baterias maiores e dos processadores mais potentes. O novo iPad inverte essa lógica: mantém a mesma capacidade de bateria dos modelos anteriores e integra o chip M4, sem crescer em volume. A Apple descreve a sua visão para o tablet como transformá-lo numa folha de vidro.
Este sucesso serve agora de trampolim para o resto do ecossistema. Segundo Mark Gurman da Bloomberg, o iPhone 17 — internamente designado D23 — será o próximo a receber o tratamento de emagrecimento, previsto para 2025. O modelo deverá ser mais caro do que o atual iPhone Pro Max e poderá estrear uma nova geração de processadores, o A19. A Apple está ainda a testar diferentes configurações para o dispositivo.
A ambição vai além do iPhone. A empresa está a desenvolver versões mais finas do MacBook Pro e do Apple Watch, marcando uma mudança de direção que transcende a estética. A par do design mais compacto, a Apple começa também a melhorar a reparabilidade dos seus produtos — algo já visível no novo iPad Pro, nomeadamente na substituição de baterias. O lançamento deste tablet representa, portanto, o início de uma nova era para a empresa: dispositivos simultaneamente mais leves, mais finos e mais fáceis de reparar.
O iPad Pro que a Apple lançou recentemente estabeleceu um padrão que a empresa pretende replicar em toda a sua linha de produtos. Com apenas 5,1 milímetros de espessura, o tablet representa uma mudança de estratégia significativa — um retorno ao minimalismo visual depois de anos em que os MacBooks e outros equipamentos ficaram progressivamente mais espessos, pressionados pelo peso das baterias maiores e dos processadores mais potentes.
A engenharia por trás deste iPad Pro fino é o que torna a aposta interessante. Não se trata simplesmente de raspar material da carcaça. A Apple conseguiu manter a mesma capacidade de bateria dos modelos anteriores enquanto integrava o novo processador M4, um feito que, segundo Mark Gurman da Bloomberg, prova que a empresa encontrou a fórmula certa para equipamentos que são simultaneamente finos, poderosos e duradouros. O tablet vem em duas versões — um modelo de 11 polegadas e outro de 13 polegadas no topo da gama — e a empresa descreve a sua visão como transformar o iPad numa folha de vidro.
Este sucesso com o iPad não é um fim em si mesmo. Fontes próximas do assunto indicaram que a abordagem será agora expandida para outras famílias de produtos. O iPhone 17, esperado para 2025, será o primeiro a receber este tratamento de "emagrecimento". Os rumores sugerem que este modelo será não apenas mais fino, mas também mais caro do que o atual iPhone Pro Max. A Apple está ainda a testar diferentes configurações para este novo dispositivo, internamente designado D23, e poderá introduzir uma nova geração de processadores, o A19.
Mas a estratégia não se limita ao iPhone. Mark Gurman aponta que a Apple está a desenvolver versões mais finas do MacBook Pro e do Apple Watch, sinalizando uma transformação mais ampla na forma como a empresa concebe os seus produtos. Depois de anos em que os portáteis ficaram mais espessos devido ao hardware mais exigente e às baterias de maior capacidade, a empresa está agora a inverter essa tendência.
O que torna este movimento particularmente relevante é que não representa apenas uma mudança estética. A Apple começou também a implementar melhorias na reparabilidade, visível já no novo iPad Pro, especialmente na substituição de baterias. O lançamento do iPad Pro fino marca, portanto, o início de uma nova categoria de produtos — equipamentos que são simultaneamente mais leves, mais finos e mais fáceis de reparar. Esta é a direção que a empresa da maçã pretende seguir nos próximos anos, expandindo esta filosofia a toda a sua oferta.
Citações Notáveis
A Apple sempre imaginou o iPad como uma folha de vidro— Apple
A Apple conseguiu encontrar a fórmula correta para equipamentos finos, poderosos e com longa autonomia— Mark Gurman, Bloomberg