Há objetos que transcendem sua função e se tornam relíquias do tempo — e a Caviar, fabricante russa de eletrônicos de luxo, apostou nessa fronteira ao lançar uma edição do iPhone 17 Pro com um fragmento da blusa de gola alta de Steve Jobs embutido no logotipo traseiro. Apenas nove unidades serão produzidas no mundo inteiro, cada uma custando cerca de R$ 50 mil, transformando um smartphone em artefato quase museológico. O gesto levanta uma questão antiga sobre valor: o que torna um objeto precioso — o que ele faz, ou o que ele tocou?
iPhone 17 Pro com tecido de Steve Jobs custa R$ 50 mil; apenas 9 unidades
Um fragmento tangível da história de Steve Jobs embutido em tecnologia contemporânea
Por que uma empresa como a Caviar escolheria justamente um fragmento de roupa para diferenciar um smartphone?
Porque o valor não está na tecnologia — qualquer um pode comprar um iPhone 17 Pro comum. O valor está em possuir algo que Steve Jobs realmente tocou, que faz parte de sua história pessoal. É colecionismo puro.
Mas como eles conseguem comprovar que o tecido é autêntico? Não é fácil falsificar um certificado?
Teoricamente sim, mas a Caviar construiu reputação justamente nisso — criar peças de luxo verificáveis. Se fraudassem, perderiam tudo. O certificado é sua garantia de credibilidade.
Nove unidades apenas. Isso não parece pouco para um produto que custa R$ 50 mil?
Exatamente o ponto. Quanto menor a quantidade, maior o valor de revenda. Alguém que compre hoje pode vender por muito mais em cinco anos. É investimento, não consumo.
E se ninguém quiser comprar? Se ficar com estoque?
Improvável. Existem colecionadores de Apple dispostos a pagar quantias absurdas por raridades. Esse produto foi feito para eles, não para o mercado de massa.
O que isso diz sobre como vemos Steve Jobs hoje?
Que ele virou mito. Não é mais uma pessoa — é um ícone. Um pedaço de sua roupa vale mais que um carro. Isso só acontece com figuras que transcendem sua época.
El Pulso
- Um pedaço de tecido usado por Steve Jobs durante o lançamento dos computadores NeXT foi incorporado ao logotipo traseiro de um iPhone 17 Pro, criando uma tensão incomum entre relíquia histórica e gadget contemporâneo.
- Com apenas nove unidades produzidas globalmente e preço de US$ 9.630 — cerca de R$ 50 mil —, o dispositivo escapa da categoria de produto de consumo e entra na de objeto de coleção de alto risco financeiro.
- A Caviar acompanha o fragmento com certificado de autenticidade, tentando ancorar em prova documental aquilo que, por natureza, desafia verificação objetiva.
- O interior do aparelho permanece idêntico ao iPhone 17 Pro convencional — chip A19 Pro, 12 GB de RAM e até 1 TB de armazenamento —, deixando claro que o valor não está na tecnologia, mas na narrativa que o objeto carrega.
- O design em preto e prata remete visualmente ao primeiro iPhone, reforçando a camada simbólica de um produto que vende, acima de tudo, a mitologia de uma era.
Há objetos que transcendem sua função e se tornam relíquias do tempo — e a Caviar, fabricante russa de eletrônicos de luxo, apostou nessa fronteira ao lançar uma edição do iPhone 17 Pro com um fragmento da blusa de gola alta de Steve Jobs embutido no logotipo traseiro. Apenas nove unidades serão produzidas no mundo inteiro, cada uma custando cerca de R$ 50 mil, transformando um smartphone em artefato quase museológico. O gesto levanta uma questão antiga sobre valor: o que torna um objeto precioso — o que ele faz, ou o que ele tocou?
A Caviar, especializada em versões de luxo de eletrônicos, apresentou uma edição do iPhone 17 Pro que vai além do dourado e do titânio: o logotipo traseiro do aparelho abriga um fragmento autêntico da blusa de gola alta usada por Steve Jobs durante o lançamento dos computadores NeXT. Um certificado de autenticidade acompanha cada unidade, atestando a origem do tecido.
O design do dispositivo presta homenagem ao primeiro iPhone, com blocos em preto e prata que evocam o momento fundador da empresa. Internamente, porém, nada muda — o smartphone traz o chip A19 Pro, 12 GB de RAM e opções de armazenamento de até 1 TB, exatamente como qualquer outro iPhone 17 Pro. O diferencial é inteiramente simbólico e material.
O preço reflete essa singularidade de forma contundente: US$ 9.630, equivalentes a aproximadamente R$ 50 mil. E a produção será limitada a apenas nove unidades no mundo inteiro — um número tão reduzido que aproxima cada exemplar de uma peça de museu. Para quem deseja unir tecnologia atual a um fragmento tangível da história de Jobs, a janela é estreita e o investimento, considerável.
A Caviar, fabricante especializada em versões de luxo de eletrônicos, lançou uma edição extraordinária do iPhone 17 Pro que celebra meio século de história da Apple com um detalhe que ultrapassa o convencional: um fragmento autêntico da blusa de gola alta usada por Steve Jobs.
O tecido está embutido dentro do logotipo da maçã na traseira do aparelho, acompanhado de certificado de autenticidade que comprova sua origem. Segundo a Caviar, o pedaço de pano pertence a uma peça que Jobs vestiu durante o lançamento dos computadores NeXT, um capítulo significativo na trajetória do fundador antes de seu retorno à Apple. O design do celular remete visualmente ao primeiro iPhone, com blocos em tons de preto e prata que evocam aquele momento fundador.
Apesar da singularidade do detalhe histórico, o interior do dispositivo mantém as especificações padrão da Apple. O smartphone é equipado com o chip A19 Pro, 12 gigabytes de memória RAM e oferece opções de armazenamento que alcançam 1 terabyte. Não há modificações nas capacidades técnicas — o diferencial reside inteiramente na materialidade do objeto e no que ele representa para colecionadores.
O preço reflete essa exclusividade de forma dramática. O modelo custa US$ 9.630, o que corresponde a aproximadamente R$ 50 mil em conversão direta. Esse valor posiciona o iPhone 17 Pro da Caviar não como um smartphone funcional para uso cotidiano, mas como um artefato de coleção, um objeto que encapsula história e raridade em proporções iguais.
A produção será limitada a apenas nove unidades em todo o mundo. Esse número reduzido transforma cada exemplar em algo próximo a um objeto de museu — não apenas raro, mas virtualmente irreproduzível. Para quem deseja possuir uma peça que une a tecnologia contemporânea com um fragmento tangível da história de Steve Jobs, a oportunidade é finita e o investimento, substancial.
Citas Notables
A Caviar afirma que o pedaço de pano pertence a uma vestimenta que Jobs utilizou no lançamento dos computadores NeXT— Caviar