Inter recebe notas baixas em derrota para Bragantino antes da pausa

Alan Patrick desapareceu do jogo quando mais era esperado
O retorno do meia aos titulares não trouxe a criatividade que Pezzolano esperava contra o Bragantino.
Mark

Por que Alan Patrick recebeu a nota mais baixa se era a aposta do técnico para aquele jogo?

Mimi

Porque a teoria e a prática foram completamente diferentes. Pezzolano trouxe Alan Patrick para trazer criatividade e presença no meio, mas o que se viu foi um jogador invisível. Uma ou outra jogada sem peso — isso não é o que você espera de um retorno aos titulares.

Mark

E Anthoni? Como o capitão e goleiro pode falhar em dois gols?

Mimi

O primeiro foi um erro de posicionamento puro — saiu mal para afastar de cabeça. No segundo, na falta de Juninho Capixaba, simplesmente não conseguiu fazer o trabalho. Quando você é capitão e goleiro, essas falhas pesam mais porque a responsabilidade é dobrada.

Mark

O Bragantino foi tão superior assim?

Mimi

Sim. Dominaram a partida do começo ao fim. O Inter escapou de uma goleada, não foi uma derrota justa — foi uma derrota que poderia ter sido muito pior. A ausência de Bernabei deixou a defesa exposta.

Mark

Mercado aos 39 anos ainda é confiável?

Mimi

Naquele jogo, sim. Ele tentou comandar a zaga, venceu lances, foi imprescindível. Mas é um jogador de 39 anos — não pode ser a solução permanente. Ele fez o que pôde, e fez bem.

Mark

O que essa derrota significa para o Inter agora?

Mimi

Significa que a pausa da Copa chega em um momento ruim. O time segue perto do rebaixamento, as dúvidas táticas aumentam, e quando voltar terá que mostrar que aprendeu algo. Caso contrário, a pressão vai ser insuportável.

  • O Inter entrou em campo precisando de uma vitória para se afastar do rebaixamento e saiu com uma derrota que aprofundou a crise.
  • O goleiro e capitão Anthoni cometeu erros decisivos nos dois primeiros gols, expondo uma liderança que vacilou no momento mais visível.
  • Alan Patrick, aposta tática do técnico Pezzolano para mudar o jogo, praticamente desapareceu em campo e recebeu a pior nota do elenco.
  • O Bragantino explorou a ausência do lateral Bernabei com eficiência e poderia ter ampliado ainda mais o placar.
  • Com a pausa da Copa do Mundo chegando, o clube enfrenta semanas de pressão silenciosa antes que o Brasileirão retome e as cobranças se intensifiquem.

No limiar de uma pausa que deveria trazer alívio, o Internacional encontrou apenas mais uma confirmação de suas fragilidades: uma derrota por 3 a 1 diante do Bragantino, que mantém o clube gaúcho perigosamente próximo à zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro. O jogo revelou não apenas lacunas táticas e erros individuais graves, mas também a distância entre a expectativa depositada em jogadores experientes e o que eles foram capazes de oferecer quando mais importava. A pausa da Copa do Mundo chega como intervalo, não como solução — e o tempo de reflexão pode ser tão exigente quanto o de competição.

O Inter encerrou a primeira fase do Campeonato Brasileiro antes da pausa da Copa do Mundo da pior maneira possível: uma derrota por 3 a 1 para o Bragantino, que mantém o time gaúcho perigosamente próximo à zona de rebaixamento. O técnico Paulo Pezzolano apostou no retorno de Alan Patrick à titularidade, mas a novidade tática não produziu o efeito esperado.

Em campo, o Inter sofreu desde cedo com a ausência do lateral Bernabei, suspenso. O Bragantino explorou esse espaço com clareza e dominou a partida. O goleiro Anthoni, também capitão, foi um dos principais responsáveis pelo resultado: saiu mal posicionado no primeiro gol e falhou novamente na cobrança de falta que originou o segundo. Victor Gabriel cometeu um pênalti desnecessário no terceiro gol, e Matheus Bahia também teve dificuldades pelo seu lado.

Alan Patrick, esperança do treinador, praticamente não existiu durante os noventa minutos. Sua nota foi a mais baixa do elenco, símbolo de uma expectativa que ficou muito aquém do cumprido. Entre os que tentaram reagir, Mercado se destacou pela liderança na zaga aos 39 anos, e Carbonero foi quem mais incomodou a defesa adversária.

Pelo Bragantino, Aguirre foi o grande nome, com um golaço que selou a superioridade paulista. Borré entrou no segundo tempo carregando a frustração de não ter sido convocado para a Copa do Mundo.

A pausa que se abre agora é tanto descanso quanto cobrança. Quando o Brasileirão retornar, o Inter precisará de respostas que, até aqui, ainda não encontrou.

O Inter chegou ao intervalo da Copa do Mundo com uma derrota que resumiu bem seus problemas. Perdeu de 3 a 1 para o Bragantino no domingo pela manhã, em um jogo que marcou o retorno de Alan Patrick à titularidade sob o comando de Paulo Pezzolano. O resultado deixou o time gaúcho ainda próximo demais da zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro — exatamente o lugar de onde ninguém quer estar quando a competição faz uma pausa.

O que se viu em campo foi um Inter que sofreu com a ausência de Bernabei, o lateral suspenso. O Bragantino aproveitou essa fragilidade e dominou a partida com clareza. Os paulistas poderiam ter goleado, mas o Inter escapou por pouco de um resultado ainda mais humilhante. A defesa gaúcha trabalhou sob pressão constante, e o ataque não conseguiu criar o suficiente para ameaçar de verdade.

Anthoni, o goleiro e capitão, foi um dos principais culpados pela derrota. Saiu mal posicionado no primeiro gol, tentando afastar a bola de cabeça para fora da área e errando feio. Depois falhou novamente no gol de falta de Juninho Capixaba. Suas atuações renderam nota 4 — entre as piores da equipe. Victor Gabriel também recebeu a mesma avaliação após cometer um pênalti desnecessário no terceiro gol, enquanto enfrentava atacantes mais fortes que sua capacidade defensiva naquele dia. Matheus Bahia, pressionado pelo lado direito, também ficou com nota 4.

Alan Patrick, a novidade tática do técnico, decepcionou. Entrou como titular mas praticamente desapareceu do jogo. Uma ou outra jogada sem maior consequência — foi tudo o que ofereceu. Sua nota 3 foi a mais baixa do elenco, refletindo a expectativa não cumprida que Pezzolano havia depositado nele. O retorno do meia não trouxe a criatividade ou a presença que o time precisava para equilibrar o confronto.

Entre os que tentaram fazer algo, Mercado se destacou pela liderança na zaga aos 39 anos, recebendo nota 6. Bruno Henrique também alcançou essa marca ao tentar ajudar na criação com a bola nos pés, mesmo sofrendo com a superioridade do adversário. Carbonero foi quem mais preocupou a defesa do Bragantino e mereceu nota 5, enquanto Alerrandro praticamente não apareceu — apenas um passe para Carbonero em uma chance colorada que não saiu.

O Bragantino teve seu destaque em Aguirre, que marcou um golaço e recebeu nota 7. Borré entrou quando a goleada já estava estabelecida, ainda carregando a frustração de não ter sido convocado para a Copa do Mundo. Paulinho fechou o jogo ajudando na marcação nos minutos finais.

Antes de uma pausa que pode ser tanto descanso quanto reflexão, o Inter segue em situação delicada. A derrota não apenas mantém o time perto do rebaixamento, mas também levanta questões sobre as escolhas táticas e o desempenho individual de peças importantes. Quando o Campeonato Brasileiro retomar, a pressão por resultados será ainda maior.

Uma ou outra jogada e nada mais. Não fez o que o técnico dele esperava.
— Avaliação de Alan Patrick na partida
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