No cruzamento entre o poder judiciário e o mundo dos negócios, o Instituto Iter — fundado pelo ministro do STF André Mendonça — recebeu R$ 5,2 milhões de uma empresa cujo proprietário compartilhou participações societárias com um ex-banqueiro investigado. A transferência ocorreu enquanto Mendonça ainda integrava a entidade, e a devolução dos recursos, iniciada meses depois, permanece quase integralmente pendente. A sequência de eventos — aportes, saída do ministro, sorteio como relator de investigação conexa — não configura prova de irregularidade, mas convida à reflexão sobre os limites entre