A tarina, proteína extraída do inhame, inibiu proliferação de linhagens agressivas de câncer de mama e glioblastoma em culturas celulares, ativando mecanismos de morte celular. Encapsulada em nanolipossomas, a formulação conseguiu atravessar a barreira hematoencefálica em testes in vitro, abrindo possibilidades para tratamento de tumores cerebrais.