No limiar entre cultura popular e identidade coletiva, a Grande Rio escolheu Anitta para ocupar o posto de rainha de bateria, substituindo Virgínia Fonseca em um dos papéis mais simbólicos do carnaval carioca. A decisão, anunciada em setembro de 2026, rapidamente transcendeu o universo do samba para se tornar um espelho das tensões e lealdades que definem a vida pública nas redes sociais. Como tantas mudanças em posições de prestígio, ela revelou menos sobre o carnaval em si e mais sobre como a visibilidade contemporânea molda relações, hierarquias e feridas silenciosas.