Nos recifes da Flórida, onde uma espécie invasora devasta silenciosamente o equilíbrio de ecossistemas inteiros, um tatuador vegano encontrou uma forma improvável de resistência: transformar a caça ao peixe-leão em missão pública, financiada pela atenção coletiva das redes sociais. Nate Sorensen e sua organização sem fins lucrativos demonstram que, na era digital, a consciência ambiental pode ser cultivada onde as pessoas já habitam — nas telas — e convertida em ação concreta debaixo d'água.