Incêndio atinge laboratório de Física da UFPE; suspeita é de causa acidental

Tentaram controlar com extintores, mas sem êxito
A equipe do laboratório enfrentou o fogo sozinha antes de acionar os bombeiros.
Mark

Por que um forno mufla é tão perigoso em um laboratório? É algo que deveria estar mais controlado?

Mimi

Um forno mufla aquece substâncias a temperaturas muito altas — é equipamento essencial para pesquisa em física. O risco existe sempre que há manipulação de produtos químicos em alta temperatura, mas geralmente há protocolos. Neste caso, algo saiu do esperado.

Luke

A gente sabe exatamente o que estava sendo aquecido? O relato diz "produto químico" mas não especifica qual. Isso importa para entender se foi negligência ou um acidente genuinamente imprevisível.

Mark

E os extintores não funcionaram. Isso significa que o fogo era muito intenso ou que os extintores não eram adequados para esse tipo de incêndio?

Mimi

Os extintores convencionais de laboratório nem sempre funcionam em incêndios envolvendo certos produtos químicos. Quando a equipe viu que não conseguia controlar, fez a coisa certa: chamou os bombeiros.

Luke

Mas a gente não sabe se havia extintores específicos para aquele tipo de reação química. Isso é uma pergunta importante que a universidade deveria responder na investigação.

Mark

E quanto aos danos? Parece que foi só o laboratório, mas houve dano na tubulação também.

Mimi

Sim, a água foi afetada. Desligaram toda a energia como medida de segurança. Mas a diretora de manutenção deixou claro que não dá para estimar o prejuízo até uma inspeção completa.

Luke

Ninguém ficou ferido, o que é o mais importante. Mas a gente não sabe ainda se havia pessoas em risco maior — se havia estudantes ou pesquisadores próximos quando começou.

  • Por volta das 13h30, chamas surgiram dentro de um forno mufla durante manipulação química, colocando em risco um laboratório inteiro do Centro de Ciências Exatas da UFPE.
  • A equipe presente tentou agir com os extintores disponíveis, mas o fogo resistiu e a situação fugiu ao controle, exigindo o acionamento imediato do Corpo de Bombeiros.
  • Duas viaturas chegaram ao campus — uma delas já próxima ao local — e a resposta coordenada impediu que o incêndio se espalhasse para outras dependências do CCEN.
  • A energia elétrica do laboratório foi cortada e a área isolada; danos à tubulação foram identificados, mas a avaliação completa aguarda inspeção técnica nos próximos dias.
  • Nenhum ferido foi registrado, e a universidade anunciou o retorno da equipe técnica para definir o plano de recuperação e restauração das instalações afetadas.

Na tarde de uma quarta-feira comum, o fogo interrompeu o trabalho silencioso da ciência em um laboratório de física da UFPE, no Recife. O que começou como a manipulação rotineira de um produto químico em um forno mufla transformou-se em um incêndio que escapou ao controle humano imediato — lembrando que mesmo os ambientes dedicados ao conhecimento não estão imunes à imprevisibilidade da matéria. Ninguém se feriu, os bombeiros agiram com rapidez, e a universidade já prepara o caminho para a restauração.

Na tarde de quarta-feira, 30 de setembro, um incêndio irrompeu em um laboratório de pesquisa do Departamento de Física da UFPE, na região da Várzea, Zona Oeste do Recife. A suspeita recai sobre um forno mufla — equipamento usado para aquecer substâncias a altas temperaturas — como origem acidental das chamas. Não houve feridos.

Tudo começou por volta das 13h30, quando pesquisadores manipulavam um produto químico no equipamento. A tentativa de controlar o fogo com extintores do próprio laboratório não teve sucesso, e o Corpo de Bombeiros foi acionado. Duas viaturas chegaram ao campus, sendo que uma já estava nas proximidades da Ceasa e iniciou o combate de imediato. O tenente Aldo coordenou o reforço com equipamentos adicionais, e a resposta rápida impediu que as chamas se propagassem além do laboratório afetado, localizado no Centro de Ciências Exatas e da Natureza.

Vanessa Silva, diretora de manutenção da Superintendência de Infraestrutura da universidade, informou que o fogo danificou também a tubulação do local. Por precaução, a energia elétrica foi desligada e a área isolada. A avaliação completa dos prejuízos ficou condicionada à saída dos bombeiros e a uma inspeção técnica detalhada, prevista para o dia seguinte, quando a equipe da universidade retornaria para definir as ações de restauração e correção das instalações.

Um incêndio deflagrou em um laboratório de pesquisa do Departamento de Física da Universidade Federal de Pernambuco na tarde de quarta-feira, 30 de setembro, na região da Várzea, Zona Oeste do Recife. Ninguém ficou ferido. Os investigadores apontam para uma origem acidental — especificamente um forno mufla, equipamento destinado ao aquecimento de substâncias em temperaturas elevadas — como a fonte mais provável das chamas.

O incidente começou a ganhar proporções por volta das 13h30, quando pessoas que trabalham no local manipulavam um produto químico dentro do forno mufla. A equipe tentou conter o fogo usando extintores de incêndio disponíveis no laboratório, mas o esforço não surtiu efeito. Diante da situação que escapava ao controle, acionaram o Corpo de Bombeiros para isolar a área e evitar que o fogo se propagasse para outras dependências.

O Corpo de Bombeiros chegou ao campus com duas viaturas. Uma delas já estava próxima à Ceasa e iniciou o combate imediato. O tenente Aldo, da corporação, explicou que a equipe reforçou a operação com equipamentos adicionais para dar suporte ao trabalho de contenção. A resposta foi rápida e coordenada, impedindo que o incêndio se espalhasse além do laboratório afetado.

O laboratório atingido fica no Centro de Ciências Exatas e da Natureza (CCEN), na Área 2 do campus da UFPE. A extensão dos danos ainda não havia sido completamente avaliada no momento do relato. Vanessa Silva, diretora de manutenção da Superintendência de Infraestrutura da universidade, informou que o fogo causou dano também na tubulação do local. Por precaução, toda a energia elétrica do laboratório foi desligada e a área foi isolada para evitar novos problemas.

Silva ressaltou que a avaliação completa dos prejuízos só seria possível após a saída dos bombeiros e a inspeção técnica detalhada. Ela anunciou que a equipe técnica da universidade retornaria no dia seguinte para analisar a extensão total do dano e definir as ações necessárias para restauração e correção das instalações. O isolamento da área permaneceria em vigor até que essas avaliações fossem concluídas e um plano de recuperação fosse estabelecido.

Já tinha uma viatura mais próxima da Ceasa dando o primeiro combate. Assim, trouxemos mais equipamentos para dar apoio na ocorrência.
— Tenente Aldo, Corpo de Bombeiros
Ainda não é possível identificar a extensão do dano do prejuízo, mas sabemos que atingiu apenas um laboratório. Desligamos toda a energia para fazer o fechamento dessa água, pois houve dano na tubulação.
— Vanessa Silva, diretora de manutenção da Superintendência de Infraestrutura da UFPE
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