Em julho de 2026, as famílias brasileiras alcançaram um limiar que a história econômica do país preferia não registrar: a inadimplência chegou a 5,8%, o nível mais alto desde que o Banco Central passou a medir essa realidade, em 2011. Quase um terço da renda mensal de cada família vai agora para o pagamento de dívidas — um espelho do quanto o crédito, que deveria ser ponte para o futuro, tornou-se peso no presente. O governo tentou aliviar esse fardo com programas de renegociação, mas os números continuam subindo, e o Banco Central já sinaliza que novas medidas serão necessárias para conter um
Inadimplência das famílias bate recorde em julho, alcançando 5,8%
Famílias brasileiras enfrentam crescente dificuldade financeira com comprometimento recorde de renda e inadimplência em patamares históricos.