Empresário goiano sobrevive a queda de avião em Nerópolis

Empresário sofreu corte no joelho esquerdo, contusão na cabeça, escoriações nas mãos e marcas do cinto de segurança, sendo encaminhado ao hospital para tratamento.
Saiu vivo de uma aeronave que pegou fogo no domingo à tarde
Rivas Rezende da Costa, empresário de 74 anos, sobreviveu ao acidente em Nerópolis após pane durante decolagem.

No domingo à tarde, em uma propriedade rural de Nerópolis, um homem de 74 anos enfrentou o fogo e saiu vivo. Rivas Rezende da Costa, fundador da Quick Logística e figura central na aviação goiana, pilotava sua própria aeronave quando uma pane durante a decolagem transformou a máquina em chamas. Resgatado consciente pelos bombeiros e transportado de helicóptero para Goiânia, ele lembra que a fragilidade da vida não escolhe idade nem experiência — e que, às vezes, o cinto de segurança é a última fronteira entre o homem e o abismo.

  • Uma aeronave pega fogo durante a decolagem em propriedade rural, colocando em risco a vida de um empresário de 74 anos que pilotava sozinho.
  • O impacto é violento o suficiente para incendiar a aeronave, mas Rivas Rezende é encontrado consciente e orientado entre os destroços em chamas.
  • Bombeiros combatem o fogo enquanto socorristas tratam corte no joelho, contusão na cabeça, escoriações nas mãos e marcas do cinto de segurança.
  • A equipe aeromédica estabiliza o empresário e o transporta de helicóptero ao Hospital Estadual de Urgências em Goiânia.
  • As causas da pane seguem desconhecidas e nenhuma atualização sobre o estado de saúde de Rezende foi divulgada publicamente.

No domingo à tarde, a aeronave de Rivas Rezende da Costa apresentou problemas durante a decolagem em uma propriedade rural de Nerópolis, na região metropolitana de Goiânia. O impacto provocou incêndio na máquina, mas o empresário de 74 anos sobreviveu.

Rezende não é um nome qualquer no Centro-Oeste. Fundou a Quick Logística, uma das principais empresas de transporte e armazenagem de cargas da região, e ocupa a diretoria de Infraestrutura do Aeródromo Nacional de Aviação. Mesmo aos 74 anos, seguia pilotando suas próprias aeronaves.

Quando os bombeiros chegaram, encontraram-no consciente e orientado. Os ferimentos eram visíveis — corte no joelho esquerdo, contusão na cabeça, escoriações nas mãos e marcas profundas do cinto de segurança — mas nenhum aparentemente fatal. Enquanto ele recebia os primeiros atendimentos, as equipes controlavam as chamas para evitar que o fogo se espalhasse pela propriedade.

A equipe aeromédica o estabilizou e o transportou de helicóptero ao Hospital Estadual de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira, em Goiânia. O que causou a pane ainda não foi determinado, e nenhuma atualização sobre seu estado de saúde havia sido divulgada.

Um empresário de 74 anos saiu vivo de uma aeronave que pegou fogo no domingo à tarde em uma propriedade rural de Nerópolis, na região metropolitana de Goiânia. Rivas Rezende da Costa pilotava a pequena aeronave quando ela apresentou problemas durante a decolagem, por volta das 13 horas. O impacto foi violento o suficiente para incendiar a máquina, mas não o suficiente para matá-lo.

Rezende é figura conhecida nos círculos empresariais de Goiás. Fundou a Quick Logística, uma empresa de transporte e armazenagem de cargas que se tornou uma das principais operadoras do setor no Centro-Oeste. Além disso, ele ocupa o cargo de diretor de Infraestrutura do Aeródromo Nacional de Aviação, onde trabalha em projetos de desenvolvimento da infraestrutura aeronáutica estadual. Aos 74 anos, continuava pilotando suas próprias aeronaves.

Quando o Corpo de Bombeiros chegou ao local, encontrou Rezende consciente e orientado — um sinal importante em um acidente dessa magnitude. Os socorristas identificaram um corte no joelho esquerdo, uma contusão na cabeça, escoriações nas mãos e marcas profundas deixadas pelo cinto de segurança. Nenhuma lesão aparentemente fatal, mas ferimentos que exigiam cuidado médico imediato.

Equipes de resgate e combate a incêndio mobilizaram-se rapidamente. Enquanto Rezende recebia os primeiros atendimentos no local, os bombeiros trabalhavam para controlar as chamas e impedir que o fogo se espalhasse pela propriedade rural. A aeronave foi consumida, mas a situação foi contida.

A equipe aeromédica estabilizou o empresário e o transportou de helicóptero até o Hospital Estadual de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira, em Goiânia. Naquele momento, ele estava vivo e sob cuidados médicos. O que causou a pane durante a decolagem permanecia desconhecido — uma investigação seria conduzida pelos órgãos responsáveis. Quanto ao estado de saúde atual de Rezende, nenhuma atualização havia sido divulgada publicamente.

Quando os bombeiros chegaram ao local, ele estava consciente e orientado
— Corpo de Bombeiros
The Hearth Conversation Another angle on the story
Inventor

Por que um empresário de 74 anos ainda estava pilotando sua própria aeronave?

Model

Não há informação sobre isso na reportagem, mas homens nessa posição — bem-sucedidos, com recursos — frequentemente mantêm licenças de piloto como parte de sua vida profissional e pessoal. Era seu avião, sua propriedade rural, seu domingo.

Inventor

O que torna esse acidente particularmente significativo além do fato de ele ter sobrevivido?

Model

Rezende não é um piloto amador desconhecido. Ele dirige a infraestrutura aeronáutica de Goiás. Há uma ironia pesada nisso — o homem responsável por desenvolver a segurança aérea estadual é vítima de uma pane em sua própria decolagem.

Inventor

Os ferimentos parecem leves para alguém que sobreviveu a um avião em chamas.

Model

Parecem, mas não sabemos o quadro completo. Contusão na cabeça pode ser enganosa. O transporte de helicóptero para o hospital sugere que os médicos levaram a situação a sério. O silêncio sobre seu estado atual é o que mais preocupa.

Inventor

E a investigação — o que procurarão?

Model

Tudo. Manutenção da aeronave, condições climáticas, procedimentos de decolagem, possível erro do piloto. Uma pane durante decolagem é um evento específico. Não acontece por acaso.

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