Após quatro semanas de recuperação que alimentaram o otimismo dos investidores, o Ibovespa encerrou a semana de 18 de setembro no vermelho — um lembrete de que os mercados respiram em ciclos, e que forças externas, fiscais e políticas raramente agem em isolamento. A confluência de uma ressaca global de juros, preocupações com o impacto fiscal do reajuste do Bolsa Família e quedas setoriais em Vale e siderúrgicas interrompeu o fôlego do índice, devolvendo ao cenário uma cautela que o período de ganhos havia, por ora, adormecido.