Num dia em que forças opostas disputavam a atenção dos mercados, a Bolsa brasileira encontrou sustento na força singular da Petrobras, enquanto o dólar subia pressionado por incertezas vindas de Washington e Brasília. O movimento revelou uma verdade recorrente nos mercados: nem sempre o todo e as partes caminham na mesma direção, e a seleção criteriosa de ativos pode valer mais do que a leitura do índice. No horizonte, tensões geopolíticas no Mar Negro e sinais fiscais do governo brasileiro lembram que os mercados vivem em permanente diálogo com o mundo.