Num momento em que a inteligência artificial migra do imaginário coletivo para o escrutínio científico, seis pesquisas recentes oferecem algo raro: perguntas honestas sobre o que esses sistemas realmente fazem, onde falham e o que isso implica para a sociedade. Reunidas como um panorama, essas investigações não celebram nem condenam — examinam. E é precisamente nessa disposição de olhar com rigor que reside seu valor mais duradouro.