À medida que a inteligência artificial se instala nas rotinas corporativas da América Latina e do mundo, um terço das empresas já redesenha seus escritórios — não para encolhê-los, mas para reinventá-los. A transformação não replica o esvaziamento pandêmico; ela aprofunda a valorização dos espaços de encontro, criatividade e colaboração. Como em toda grande virada tecnológica, o que mais pesa não é a magnitude da mudança, mas a incerteza sobre sua forma — e a maioria das organizações ainda navega esse intervalo entre o que antecipa e o que de fato decide.