No Brasil de 2026, a inteligência artificial já habita mais da metade das salas de aula do ensino médio, mas a sabedoria institucional para orientá-la ainda engatinha: apenas uma em cada cinco escolas possui diretrizes formais de uso. O Conselho Nacional de Educação respondeu a essa lacuna com novas normas que proíbem o uso autônomo da IA para crianças pequenas e a correção automatizada de redações, reconhecendo que a velocidade da adoção tecnológica raramente espera pela maturidade da governança. No fundo, o que está em jogo não é apenas a proteção de dados ou a integridade das avaliações, ma