Em algum ponto entre a promessa e a realidade, a inteligência artificial encontrou seus próprios limites. Pesquisadores que criaram mais de 44 mil variantes do bacteriófago ΦX174 — um dos organismos mais simples da natureza — descobriram que modelos de IA erraram em um quarto das previsões sobre efeitos prejudiciais das mutações. O achado não condena a ferramenta, mas nos convida a refletir sobre a distância entre reconhecer padrões e compreender a vida.