Na fronteira entre a medicina e a inteligência artificial, investigadores da Universidade do Porto encontraram uma forma de escutar o silêncio do glaucoma antes que ele se torne irreversível. Através da análise de uma única fotografia do nervo ótico, o sistema prevê, com precisão inédita, como a doença evoluirá nos próximos dois a cinco anos — devolvendo aos médicos uma clareza que o tempo, até agora, não permitia. Numa doença que afeta 250 mil portugueses e que metade desconhece ter, esta ferramenta pode ser a diferença entre preservar a visão e perdê-la para sempre.
IA da Universidade do Porto previne cegueira por glaucoma com diagnóstico precoce
O glaucoma não tratado causa cegueira irreversível; a tecnologia visa prevenir perda de visão em milhares de doentes.