Num momento em que a inteligência artificial ainda depende quase inteiramente da vontade humana para existir, um jovem de 21 anos inverteu essa equação: criou uma IA que precisa de ganhar dinheiro para continuar viva. O projeto Automaton coloca um agente artificial perante uma carteira de criptomoedas e uma regra implacável — quando o saldo chegar a zero, tudo termina. O que emerge desta experiência não é apenas uma curiosidade tecnológica, mas uma pergunta filosófica urgente: o que acontece a uma máquina quando a sobrevivência deixa de ser metáfora e passa a ser condição real?