No coração da Amazônia paraense, a Hydro tece uma resposta industrial a uma das contradições do nosso tempo: o mundo precisa de mais metais para se tornar mais verde, mas a extração desses metais pode aprofundar as feridas que se tenta curar. A empresa norueguesa aposta que é possível minerar com responsabilidade — reabilitando florestas, substituindo combustíveis fósseis e transformando resíduos locais em insumos produtivos. O que está em jogo não é apenas a reputação de uma companhia, mas a possibilidade de que o Brasil ocupe um lugar distinto na transição energética global: o de produtor de