No limiar de uma nova era para os dispositivos móveis, a Huawei apresentou o Mate XT 2 — um smartphone dobrável de três mil dólares com tecnologia de dobra tripla — posicionando-se estrategicamente às vésperas da estreia do primeiro iPhone dobrável da Apple. O gesto não é apenas comercial: é uma declaração de que a corrida pela tela flexível chegou ao seu momento de maior tensão, com gigantes do Oriente e do Ocidente disputando não só consumidores, mas o direito de definir o que esse novo formato deve ser.