Honda City 2027 estreia visual esportivo e versão RS com consumo acima de 15 km/l

Faróis full LED e grade em colmeia marcam o novo visual esportivo
A dianteira do City 2027 recebeu a maior atenção dos designers, com mudanças que buscam reforçar o caráter esportivo.
Mark

Por que a Honda decidiu trazer a versão RS agora, especificamente para o hatch?

Mimi

A RS é uma estratégia para ocupar um segmento mais esportivo e atrair clientes que buscam personalidade visual sem sair do segmento compacto. A Índia já tinha essa versão, e o Brasil mostrou interesse suficiente para justificar a importação do conceito.

Luke

Mas é importante notar que a RS é apenas visual e equipamentos — o motor é exatamente o mesmo do resto da linha. Não há ganho de potência ou performance real.

Mark

E quanto aos preços? R$ 1.100 de aumento parece significativo.

Mimi

É um aumento moderado considerando a inflação e as mudanças visuais. A LX subiu menos, R$ 200, mantendo a acessibilidade na entrada. As demais versões absorveram o custo das novas tecnologias, como os faróis full LED e os para-choques redesenhados.

Luke

Verdade, mas vale lembrar que a central multimídia de 10 polegadas só chega nas duas versões mais caras. Quem compra EX, EXL fica com a tela de 8 polegadas, então não está pagando por essa novidade.

Mark

O consumo de combustível é realmente acima de 15 km/l?

Mimi

Na estrada com gasolina, sim — 15,3 km/l segundo o Inmetro. Na cidade cai para 12,9 km/l. Com etanol, os números são menores: 10,8 km/l na estrada e 9,1 km/l na cidade.

Luke

Importante esclarecer: esses são números do Inmetro, que usa ciclo de teste. Na prática, o consumo real pode variar bastante dependendo do trânsito, estilo de condução e condições da via.

Mark

Houve eletrificação nessa geração?

Mimi

Não. O motor 1.5 flex aspirado continua sendo a única opção, com câmbio CVT. A Honda manteve a estratégia de oferecer eficiência sem hibridização.

Luke

É uma escolha que deixa o City fora da tendência de mercado. Concorrentes como Hyundai HB20 e Toyota Yaris já oferecem versões híbridas ou mais eficientes. Não sabemos se essa decisão vai impactar as vendas no longo prazo.

  • A Honda reposiciona o City 2027 com uma dianteira completamente renovada — faróis full LED, grade colmeia e para-choques angulosos que sinalizam uma identidade mais agressiva.
  • A versão RS chega inédita ao Brasil como topo do hatch, a R$ 156.400, carregando teto escurecido, costuras vermelhas e aerofólio — mas sem nenhuma mudança sob o capô.
  • Os preços subiram até R$ 1.100 por versão, enquanto as novidades internas se limitam à central multimídia de 10 polegadas, restrita às versões Touring e RS.
  • O motor 1.5 flex aspirado permanece inalterado, entregando mais de 15 km/l na estrada com gasolina — argumento que a Honda usa para justificar a ausência de eletrificação.
  • A linha 2027 mantém a estrutura de versões conhecida, com a RS ocupando um nicho esportivo que antes não existia na gama do hatch no mercado nacional.

O Honda City 2027 representa aquele momento recorrente na indústria automobilística em que a forma precede a função: uma reestilização cuidadosa que renova a presença visual sem alterar a essência mecânica. No mercado brasileiro, a novidade mais simbólica é a chegada da versão RS ao hatch — um topo de linha que traduz, em detalhes escurecidos e costuras vermelhas, o desejo de esportividade acessível. Os preços sobem modestamente, e o motor 1.5 flex segue cumprindo sua promessa de eficiência sem precisar de eletrificação.

O Honda City chega à linha 2027 com uma reformulação visual expressiva e uma estreia relevante para o Brasil: a versão RS, exclusiva do hatch, que passa a ocupar o topo da gama acima da Touring. As mudanças mais profundas estão na aparência externa, enquanto o interior e a mecânica evoluem de forma discreta. Os preços subiram até R$ 1.100 conforme a versão, com as entradas LX começando em R$ 117.700 e a nova RS chegando a R$ 156.400.

A dianteira concentrou a maior atenção dos designers: faróis full LED com acendimento automático em todas as versões, grade com trama em padrão colmeia e acabamento em preto brilhante, e para-choques completamente redesenhados com recortes mais retos e angulosos. Nas versões Touring e RS, uma faixa iluminada conecta visualmente os faróis. Os faróis de neblina foram eliminados. Na lateral, as versões acima da LX recebem novas rodas de liga leve de 16 polegadas com desenho exclusivo.

No interior, a principal novidade é a central multimídia de 10 polegadas com Android Auto e Apple CarPlay, disponível apenas nas versões Touring e RS. As demais mantêm a tela de 8 polegadas com a mesma conectividade. Os bancos variam entre tecido nas versões de entrada e material sintético nas superiores.

A versão RS traz identidade própria: retrovisores, teto e aerofólio escurecidos, rodas com acabamento sombrio, pedaleiras esportivas, costuras vermelhas no interior e painel com grafismos RS. Ela herda todos os equipamentos da Touring, incluindo ar-condicionado digital de duas zonas e retrovisor eletrocrômico.

O motor 1.5 flex aspirado de 126 cv segue sem alterações, acoplado ao câmbio CVT. O consumo certificado pelo Inmetro supera 15 km/l na estrada com gasolina — dado que a Honda apresenta como justificativa para manter a linha sem eletrificação.

O Honda City chega à linha 2027 com uma reformulação visual significativa e uma estreia importante para o mercado brasileiro: a versão RS, exclusiva do hatch, que ocupa o topo da gama. As mudanças, porém, concentram-se principalmente na aparência externa. Os preços subiram, com aumentos de até R$ 1.100 dependendo da versão, enquanto as inovações internas ficaram restritas a poucos itens.

Tanto o hatch quanto o sedã mantêm a estrutura de versões conhecida — LX, EX, EXL e Touring — com o hatch ganhando a inédita RS acima da Touring. As versões de entrada, LX, ficaram R$ 200 mais caras e começam em R$ 117.700 para ambas as carrocerias. As demais versões, exceto a RS, subiram R$ 1.100. O hatch EX sai por R$ 137.400, enquanto o sedã equivalente custa R$ 138.400. A nova RS do hatch é oferecida a R$ 156.400.

A dianteira recebeu a maior atenção dos designers. Os faróis agora são full LED com acendimento automático em todas as versões — o facho alto automático, porém, só aparece a partir da EX. Os faróis de neblina foram eliminados. A grade ganhou acabamento em preto brilhante com trama em padrão de colmeia, buscando reforçar o caráter esportivo. As versões Touring e RS recebem uma faixa iluminada que interliga visualmente os faróis. Os para-choques foram completamente redesenhados, com recortes e apliques mais retos e angulosos, além de aberturas funcionais nas extremidades. Na traseira, o sedã adota um para-choque com recortes triangulares semelhantes aos da frente. O hatch mantém o desenho traseiro, com exceção da RS, que ganha apliques centrais na porção inferior e uma ponteira cromada para o escapamento.

De lado, a entrada LX segue com rodas de aço de 15 polegadas com calotas e pneus 185/60. As demais versões recebem novas rodas de liga leve de 16 polegadas com desenho único, variando o acabamento conforme a versão, e pneus 185/55. Os logotipos também foram atualizados, agora com aparência 2D e fundo preto.

No interior, as mudanças são discretas. Há uma atualização no acabamento à frente do passageiro. Os bancos das versões LX e EX são de tecido; nas demais, de material sintético. As versões Touring do sedã podem ter revestimento branco quando a carroceria for branco perolizado, cinza metálico ou azul metálico; no hatch, o revestimento é sempre preto. A única novidade significativa em equipamentos é a central multimídia de 10 polegadas nas versões Touring e RS, com Android Auto e Apple CarPlay. As versões inferiores mantêm a central de 8 polegadas com a mesma conectividade.

O motor permanece inalterado: 1.5 flex aspirado com 126 cv e 15,8/15,5 kgfm (etanol/gasolina), acoplado a câmbio CVT automático. A suspensão é McPherson na dianteira e eixo de torção na traseira. Os freios a disco nas quatro rodas começam na versão EX; a LX mantém freios a tambor na traseira. Segundo dados do Inmetro, o City 2027 consome 9,1 km/l na cidade e 10,8 km/l na estrada com etanol, e 12,9 km/l na cidade e 15,3 km/l na estrada com gasolina — acima de 15 km/l na estrada com gasolina, portanto, sem necessidade de eletrificação.

A versão RS, exclusiva do hatch, traz detalhes visuais próprios: pintura em preto brilhante nos retrovisores, antena tubarão, teto e aerofólio traseiro escurecidos, rodas com acabamento escuro, logotipos RS, pedaleiras esportivas, ponteira de escapamento cromada, costuras vermelhas no interior, revestimento do teto em preto e painel com grafismos RS. Ela herda todos os equipamentos da Touring, incluindo a central multimídia de 10 polegadas, limpadores com sensor de chuva, ar-condicionado digital de duas zonas e retrovisor interno eletrocrômico.

A configuração mais barata tem ar-condicionado manual, chave presencial para partida do motor, câmera de ré, faróis e lanternas de LED, central multimídia de 8 polegadas com Android Auto e Apple CarPlay
— Especificações da versão LX
Contattaci Domande frequenti