Na orla de uma praia albanesa, a vida de Luís Miguel Varela Mendes, um jovem português de vinte anos, foi ceifada por múltiplas facadas, alegadamente pelas mãos de um homem que exercia a profissão de segurança. O caso atravessa fronteiras — geográficas e simbólicas — ao questionar como aquele que é contratado para proteger pode tornar-se o agente da violência. As autoridades de dois países trabalham agora para reconstituir os momentos que antecederam a tragédia e encontrar respostas para uma morte que deixou mais perguntas do que certezas.
Homicida de português na Albânia trabalhava como segurança
Luís Miguel Varela Mendes, 20 anos, foi morto com várias facadas numa praia da Albânia.