Dois homens assaltam loja de celulares e levam R$ 1 milhão em Aquiri Shopping

Funcionários e proprietária da loja foram rendidos pelos assaltantes durante o assalto.
Cada celular levado possui um número IMEI que não pode ser alterado
O proprietário fornecerá a lista completa dos aparelhos às autoridades para rastreamento e investigação.

No coração de um shopping de Rio Branco, dois homens armados transformaram uma tarde comum em um momento de vulnerabilidade coletiva: funcionários rendidos, prateleiras esvaziadas, e cerca de um milhão de reais em aparelhos desaparecidos em questão de minutos. O crime, ocorrido ao meio-dia de quinta-feira na loja AS Shopping Cell, revela tanto a audácia crescente de assaltantes quanto a fragilidade do comércio de eletrônicos diante da violência urbana. A investigação agora repousa sobre um detalhe técnico — os números IMEI de cada aparelho —, lembrando que, mesmo no caos, há fios que podem conduzir à verdade.

  • Dois homens armados invadiram uma loja de celulares em plena luz do dia, rendendo funcionários e a proprietária sem encontrar resistência.
  • Aproximadamente R$ 1 milhão em mercadoria foi levado em questão de minutos, representando um dos maiores roubos a estabelecimentos comerciais recentes em Rio Branco.
  • O proprietário, ausente no momento do crime, foi chamado pela esposa e chegou para encontrar o estabelecimento já saqueado e todos ilesos, mas abalados.
  • Nenhum suspeito foi identificado até o momento, e os criminosos fugiram sem deixar rastros claros sobre sua rota de fuga.
  • A esperança da investigação recai sobre os números IMEI dos aparelhos, que o proprietário se comprometeu a fornecer à Polícia Civil para rastreamento.

Pouco depois do meio-dia de quinta-feira, dois homens armados entraram na loja AS Shopping Cell, no Aquiri Shopping de Rio Branco, e renderam funcionários e a proprietária sem que ninguém oferecesse resistência. Em poucos minutos, as prateleiras e vitrines foram esvaziadas: os assaltantes encheram seus sacos com celulares avaliados em cerca de R$ 1 milhão e desapareceram.

O proprietário não estava no local quando o crime aconteceu. Foi sua esposa quem o chamou de volta com urgência. Ao chegar, encontrou a situação já consumada — todos ilesos, mas o estoque completamente saqueado. As vítimas relataram que os criminosos portavam o que pareciam ser revólveres. Ninguém foi ferido.

O que pode distinguir este caso de tantos outros é um detalhe técnico: cada aparelho levado possui um número IMEI, identificação única e inalterável de todo dispositivo móvel. O proprietário se comprometeu a entregar a lista completa desses números à Polícia Civil, criando um registro que, em tese, permitiria rastrear qualquer aparelho que fosse vendido ou ativado em redes de telefonia.

Até a publicação da reportagem, nenhum suspeito havia sido identificado ou preso. A investigação segue com a Polícia Civil, apoiada na descrição dos criminosos e na esperança de que os números IMEI funcionem como fio condutor. O caso reforça um padrão preocupante de roubos a lojas de eletrônicos na cidade — e sua escala deixa marcas visíveis na comunidade comercial local.

Pouco depois do meio-dia de quinta-feira, dois homens armados entraram na loja AS Shopping Cell, no Aquiri Shopping de Rio Branco, e renderam todos dentro do estabelecimento. O que se seguiu foi rápido e direto: os criminosos recolheram celulares das prateleiras e vitrines, encheram seus sacos com aparelhos avaliados em aproximadamente um milhão de reais, e desapareceram.

O proprietário não estava presente no momento do crime. Ele recebeu uma ligação urgente da esposa pedindo que voltasse imediatamente à loja. Quando chegou, encontrou a situação consumada: sua esposa e os funcionários já haviam sido rendidos, os estoques já haviam sido saqueados. Os dois assaltantes, segundo relatos das vítimas, portavam o que pareciam ser revólveres. Ninguém resistiu. Ninguém foi ferido. Apenas o vazio deixado pelos aparelhos desaparecidos.

O que torna este roubo potencialmente rastreável é um detalhe que o proprietário não deixou passar: cada um dos celulares levados possui um número IMEI, a identificação internacional única de cada aparelho móvel. É como um número de série que não pode ser alterado. O proprietário se comprometeu a fornecer a lista completa desses números às autoridades, criando um registro que, em tese, permitiria identificar qualquer um desses aparelhos se tentassem ser vendidos ou ativados em redes de telefonia.

Mas até o momento em que esta reportagem foi publicada, nenhum suspeito havia sido identificado ou preso. Os criminosos fugiram sem deixar pistas claras sobre como saíram do shopping ou para onde foram. A Polícia Civil assumiu a investigação, com pouco mais que a descrição dos suspeitos e a esperança de que os números IMEI funcionem como um fio condutor que leve até os aparelhos roubados.

O caso se insere em um padrão crescente de roubos a lojas de eletrônicos em Rio Branco, onde o valor dos produtos e a relativa facilidade de revenda os tornam alvos atraentes. O que diferencia este assalto é sua escala: um milhão de reais em mercadoria é um golpe significativo, o tipo de crime que mobiliza recursos investigativos e deixa marcas visíveis na comunidade comercial local.

O proprietário informou que todos os celulares possuem números IMEI e fornecerá a relação completa às autoridades para auxiliar na identificação dos aparelhos
— Proprietário da loja AS Shopping Cell
The Hearth Conversation Another angle on the story
Inventor

Por que um assalto a uma loja de celulares merece tanta atenção? Parece um crime comum.

Model

Porque um milhão de reais em mercadoria não é comum. Isso não é um roubo de oportunidade — é planejado, executado com armas, e deixa um vazio real na economia local.

Inventor

O proprietário mencionou os números IMEI. Isso realmente importa para a investigação?

Model

Importa muito. É a diferença entre um crime que desaparece nos registros e um que pode ser rastreado. Se alguém tentar vender esses celulares, o IMEI pode delatá-los.

Inventor

Mas ninguém foi preso ainda. Como a polícia começa uma investigação assim?

Model

Com o que têm: descrições dos suspeitos, a lista de aparelhos, câmeras de segurança do shopping se existirem. E depois esperam — esperam que alguém tente vender, que alguém fale.

Inventor

A esposa do proprietário estava lá quando aconteceu. Como é estar rendida assim?

Model

É estar completamente sem controle. Você vê as armas, obedece, e depois fica com a sensação de que tudo foi tomado de você em minutos.

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