Homem perde celular no Parque do Ingá, contrata mergulhadores e acaba encontrando outro aparelho caído por servidor

Quem ficou com o celular de volta foi outra pessoa
Após três horas sem achar o iPhone 17, mergulhadores recuperaram o aparelho de um servidor do parque.
Mark

Então o homem pagou mergulhadores e não achou o celular dele?

Mimi

Isso. Foram cerca de três horas de busca, sem sucesso com o iPhone 17. Quem acabou com o aparelho de volta foi outra pessoa.

Mark

O servidor da Prefeitura, que deixou o dele cair enquanto filmava.

Mimi

Sim. O mergulhador, Dinho, achou o iPhone 14 em cerca de 20 minutos. Estava intacto e funcionando.

Mark

Por que um foi tão rápido e o outro não?

Mimi

O relato aponta duas coisas: o dono do primeiro não soube dizer onde caiu, e o segundo caiu perto da margem, a uns quatro metros de profundidade.

Luke

Vale separar o que é fato do que é palpite. A tentativa com a rede, que teria enterrado o aparelho no barro, vem do mergulhador. É uma hipótese dele, não algo confirmado.

Mark

Então não sabemos por que o iPhone 17 não apareceu.

Luke

Não sabemos. Só sabemos que não foi localizado em três horas. Também não há valor pago aos mergulhadores na reportagem.

Mimi

E há o lago em si: outros dois celulares, óculos, alianças, chaves, tudo perto da área dos pedalinhos.

Luke

A limpeza da Delta Sub ainda é intenção. Depende de autorização do parque e do Instituto Ambiental de Maringá.

  • Um iPhone 17 caiu no lago do Parque do Ingá quando um pedalinho virou, e o dono não conseguiu indicar o ponto exato da queda.
  • Três horas de mergulho não bastaram: o aparelho permanece desaparecido e pode ter sido enterrado no barro após uma tentativa improvisada com rede.
  • Um servidor da Prefeitura derrubou o próprio celular na água enquanto filmava o resgate, e o mergulhador Dinho o encontrou em cerca de 20 minutos.
  • A Delta Sub quer varrer o fundo do lago com três mergulhadores, mas depende da liberação do parque e do Instituto Ambiental de Maringá.

Num fim de semana comum à beira de um lago da cidade, um passeio de pedalinho acabou deixando um iPhone 17 no fundo da água, e a busca profissional que se seguiu revelou, como tantas vezes acontece, que perder algo é mais fácil do que reencontrá-lo. Em meio ao esforço frustrado, outro celular escapou da mão de quem filmava o resgate e foi recuperado, lembrando que a fragilidade das coisas que carregamos é também a fragilidade de quem as segura. O lago do Parque do Ingá, em Maringá, guarda agora mais do que água: guarda um pequeno inventário de descuidos humanos, à espera de quem tenha paciência para procurá-los.

Um passeio de pedalinho no lago do Parque do Ingá, em Maringá, terminou com um iPhone 17 no fundo da água e um homem contratando mergulhadores profissionais para buscá-lo. Segundo o relato, o aparelho caiu depois que o pedalinho virou.

As buscas duraram cerca de três horas e não encontraram o celular. O proprietário não sabia dizer com precisão onde ele havia afundado, e, segundo o mergulhador, uma tentativa de recuperá-lo com uma rede pode ter enterrado o aparelho no barro.

Foi então que a história tomou outro rumo. Um servidor da Prefeitura que acompanhava o resgate, filmando a ação, deixou o próprio celular escapar da mão. O mergulhador Dinho foi atrás dele e, em cerca de 20 minutos, trouxe de volta um iPhone 14 intacto, caído perto da margem, em uma região com cerca de quatro metros de profundidade.

Ao final do trabalho, a equipe percebeu que o lago guarda muitos objetos perdidos, sobretudo perto da área de atracação dos pedalinhos. A Delta Sub quer fazer uma limpeza com três mergulhadores, mas aguarda autorização da administração do parque e do Instituto Ambiental de Maringá. O iPhone 17 segue desaparecido.

Um passeio de pedalinho no lago do Parque do Ingá, em Maringá, no último fim de semana, terminou com um celular no fundo da água e um homem contratando mergulhadores profissionais para buscá-lo. O aparelho era um iPhone 17. Segundo o relato, ele caiu depois que o visitante virou o pedalinho durante o passeio.

A história foi publicada primeiro pelo GMC Online, portal parceiro da Banda B, em reportagem assinada por Felippe Gabriel. De acordo com o texto, a equipe de mergulho passou cerca de três horas procurando o celular e não conseguiu localizá-lo. Um dos obstáculos foi que o proprietário não soube indicar com precisão o ponto do lago onde o aparelho havia caído.

Houve ainda outra possível dificuldade. Segundo o mergulhador, o dono do primeiro celular tentou recuperá-lo por conta própria, usando uma espécie de rede. Essa ação teria feito o aparelho ficar enterrado no barro do fundo do lago.

Foi durante as buscas que a história mudou de rumo. Um servidor da Prefeitura que trabalha no parque acompanhava o resgate às margens da água e filmava a ação do mergulhador quando o próprio celular escapou de sua mão e caiu no lago.

O mergulhador, identificado como Dinho, decidiu procurar esse segundo aparelho e o encontrou em cerca de 20 minutos. Era um iPhone 14, intacto e funcionando. O servidor teve sorte, conforme o relato: o celular caiu perto da margem, numa região com aproximadamente quatro metros de profundidade.

No trajeto das buscas pelo iPhone 17, o mergulhador também achou outros dois celulares, mas nenhum era o que procurava. Ao fim do trabalho, a equipe percebeu que o lago guarda muitos objetos submersos, principalmente perto da área de atracagem dos pedalinhos. Além de celulares, podem ser encontrados óculos, alianças, chaves e outros itens.

A equipe Delta Sub pretende fazer uma limpeza no lago, com a participação de três mergulhadores. Para isso, precisa de autorização da administração do parque e do Instituto Ambiental de Maringá. Até agora, o iPhone 17 segue sem ser localizado.

O proprietário teria tentado recuperar o celular com uma espécie de rede, o que pode ter enterrado o aparelho no barro.
— Mergulhador, conforme relatado pelo GMC Online
Vuoi la storia completa? Leggi l'originale su Banda B ↗
Contattaci Domande frequenti