Em Apucarana, no dia 17 de agosto, um gesto cotidiano — carregar o celular — transformou-se em tragédia irreversível para Fabio Alex Boturi, 39 anos. O aparelho explodiu, as chamas consumiram roupas e cama, e apesar da intervenção de um vizinho e de 13 dias de luta no Hospital Universitário de Londrina, Fabio não sobreviveu. Sua morte coloca diante de nós uma pergunta que a modernidade ainda não aprendeu a responder com seriedade: até que ponto confiamos, sem questionar, nos objetos que dormem ao nosso lado.
Homem morre após sofrer queimaduras graves em explosão de celular
Fabio Alex Boturi, 39 anos, faleceu após 13 dias internado com queimaduras severas, deixando três filhos órfãos.