A poucos metros de sua própria porta, um homem de trinta anos foi morto por dois atiradores que dispararam quatro vezes contra ele, transformando o espaço mais íntimo da vida quotidiana — a proximidade do lar — num palco de violência premeditada. O crime, ocorrido em Portugal, não feriu apenas uma vida: a família sobrevivente necessitou de acompanhamento psicológico, lembrando-nos de que o trauma da violência se propaga muito além da vítima imediata. A investigação prossegue, carregando as perguntas que toda execução deixa suspensas no ar: quem, porquê, e o que falhou para que isto fosse possí
Homem executado com dois tiros a metros de casa
Homem de 30 anos morto em execução; família necessitou de apoio psicológico.