No Rio Grande do Norte, um homem foi condenado por violência psicológica e agressão física contra a mãe de sua filha, após meses de intimidações que atravessaram lares, festas e academias. A sentença, proferida pelo 3º Juizado da Violência Doméstica, reconhece que o sofrimento invisível também deixa marcas comprováveis — e que a palavra coerente de uma mulher pode, por si só, sustentar a verdade diante da lei. Mais do que uma condenação individual, a decisão aponta para um caminho mais humano na compreensão da violência que não deixa hematomas visíveis.
Homem condenado por violência psicológica e vias de fato contra ex-companheira no RN
Mulher sofreu intimidação, constrangimento público e agressão física na presença de filha menor do casal durante período de oito meses.