Durante quase dezoito meses, um homem explorou a confiança depositada nos transportes públicos de Lisboa para se aproximar de vítimas desprevenidas, fingindo ser motorista e usando violência ou intimidação para as despojar de cartões, telemóveis e dinheiro. O esquema não terminava no roubo: os bens subtraídos tornavam-se instrumentos de um dano prolongado, multiplicado em caixas multibanco e aplicações de pagamento. O Ministério Público formalizou agora a acusação, e o arguido — detido desde março de 2026 — aguarda julgamento por dezoito crimes que revelam como a rotina urbana pode ser transfo
Homem acusado de se passar por motorista para roubar cartões e telemóveis em Lisboa
Múltiplas vítimas foram abordadas e roubadas de bens pessoais e valores monetários durante um período de aproximadamente um ano e meio.