Hoje em Dia alerta sobre bronquiolite com Dr. Sproesser nesta terça

Bronquiolite afeta principalmente bebês e crianças pequenas, sendo uma das principais causas de internação infantil no Brasil e no mundo.
Doença que evolui rapidamente para quadros graves em bebês
A bronquiolite é uma das principais causas de internação infantil no Brasil e no mundo durante os meses frios.

Com a chegada do inverno, a bronquiolite retorna ao centro das preocupações familiares no Brasil — uma doença respiratória que, impulsionada pelo frio e pela secura do ar, atinge com maior força os bebês e as crianças pequenas, tornando-se uma das principais causas de internação infantil no país e no mundo. O programa Hoje em Dia convida um especialista para iluminar o que os pais precisam saber: como reconhecer os sinais de alerta, quando agir e como proteger os mais vulneráveis antes que o quadro se agrave.

  • O frio intensifica a circulação de vírus respiratórios, responsáveis por cerca de 80% dos casos de bronquiolite — e muitas famílias já convivem com tosse e febre em casa.
  • Bebês e crianças pequenas, com imunidade ainda em formação, são os mais expostos a complicações que podem exigir internação hospitalar.
  • A dificuldade de distinguir uma infecção comum de um quadro grave cria ansiedade real entre pais e responsáveis, que muitas vezes não sabem quando buscar atendimento médico.
  • O Dr. Antônio Sproesser entra ao vivo no Hoje em Dia para explicar transmissão, sinais de alerta específicos e medidas preventivas concretas.
  • O reconhecimento precoce dos sintomas é apontado como o caminho mais eficaz para evitar complicações e reduzir o peso da doença sobre as famílias e o sistema de saúde.

Quando o tempo esfria, a bronquiolite volta a inquietar famílias em todo o Brasil. A doença respiratória, que afeta sobretudo bebês e crianças pequenas, é uma das principais causas de internação infantil no país e no mundo — e o frio seco do inverno cria as condições ideais para que os vírus responsáveis por cerca de 80% dos casos se espalhem com mais facilidade.

Para ajudar pais e responsáveis a navegar esse período, o programa Hoje em Dia recebe o Dr. Antônio Sproesser, médico de família, no quadro Você e o Doutor. O especialista explicará como a doença se transmite, quais sintomas merecem atenção imediata e, principalmente, em que momento a situação exige uma ida ao médico — porque nem toda tosse ou febre é igual, e existem sinais de alerta específicos que fazem toda a diferença.

O Dr. Sproesser também discutirá quem está mais vulnerável e quais estratégias práticas podem reduzir o risco de infecção e complicações. Para crianças pequenas, cujo sistema imunológico ainda está em desenvolvimento, a prevenção e o reconhecimento precoce dos sintomas podem ser decisivos. A conversa chega em um momento em que muitas famílias já enfrentam os primeiros sinais do inverno dentro de casa, tornando as orientações do especialista especialmente necessárias.

O Hoje em Dia vai ao ar de segunda a sexta-feira, a partir das 9h35, apresentado por Ana Hickmann, Celso Zucatelli e Renata Alves.

Na terça-feira, o programa Hoje em Dia traz uma conversa importante sobre a bronquiolite, a doença respiratória que volta a preocupar pais e responsáveis quando o tempo esfria. O Dr. Antônio Sproesser, médico de família, estará no estúdio para esclarecer dúvidas sobre a enfermidade que afeta principalmente bebês e crianças pequenas e pode evoluir com rapidez para quadros graves.

A bronquiolite merece atenção redobrada nesta época do ano. Com a chegada do frio e da secura do ar, a circulação de vírus respiratórios intensifica-se, e esses patógenos são responsáveis por cerca de 80% dos casos da doença. No Brasil e no mundo, a bronquiolite figura entre as principais razões pelas quais crianças pequenas precisam ser internadas em hospitais, tornando-a um problema de saúde pública que vai além do consultório.

Durante o quadro Você e o Doutor, o especialista explicará como a doença se transmite de uma pessoa para outra, quais sinais os pais devem observar no dia a dia e, crucialmente, em que momento é hora de procurar um médico. Não se trata apenas de reconhecer tosse ou febre — existem sinais de alerta específicos que indicam quando a situação exige atendimento profissional imediato.

O Dr. Sproesser também abordará quem está mais vulnerável à doença e quais medidas práticas podem reduzir o risco de infecção e complicações. A prevenção é sempre o melhor caminho, especialmente quando se trata de crianças pequenas cujos sistemas imunológicos ainda estão em desenvolvimento. Conhecer essas estratégias pode fazer diferença real na saúde de uma criança durante os meses mais frios.

O programa vai ao ar de segunda a sexta-feira a partir das 9h35, apresentado por Ana Hickmann, Celso Zucatelli e Renata Alves. A conversa sobre bronquiolite chega em um momento em que muitas famílias já estão enfrentando tosse e febre em casa, tornando as informações do especialista particularmente oportunas para quem precisa distinguir entre uma infecção comum e algo que demanda intervenção médica mais rápida.

Com a chegada do tempo frio e seco, aumenta a circulação dos vírus respiratórios, responsáveis por cerca de 80% dos casos de bronquiolite
— Dr. Antônio Sproesser
The Hearth Conversation Another angle on the story
Inventor

Por que a bronquiolite preocupa tanto os médicos justamente agora, no inverno?

Model

Porque o frio traz dois problemas simultâneos: o ar seco irrita as vias respiratórias das crianças, deixando-as mais vulneráveis, e os vírus circulam com muito mais intensidade. Essa combinação é perigosa.

Inventor

E por que bebês especificamente correm mais risco?

Model

Os pulmões deles ainda estão em desenvolvimento. Quando o vírus infecciona os bronquíolos — aqueles tubinhos minúsculos nos pulmões — a inflamação pode bloquear a passagem de ar rapidamente. Um adulto consegue lidar com isso; um bebê não.

Inventor

Como um pai sabe que é hora de ir ao hospital e não apenas deixar a criança descansar em casa?

Model

Existem sinais claros: dificuldade para respirar, sons estranhos ao respirar, recusa em comer ou beber, letargia. Se você vê a criança lutando para respirar, não espere.

Inventor

E a prevenção? Existe algo que realmente funciona?

Model

Higiene das mãos é fundamental. Evitar aglomerações durante o inverno também. Mas honestamente, com bebês muito pequenos, a proteção é limitada — por isso a detecção precoce é tão importante.

Inventor

Qual é a taxa de recuperação quando a criança recebe tratamento?

Model

A maioria se recupera bem com cuidados adequados. Mas sem tratamento, ou com atraso, as complicações podem ser sérias. Por isso o alerta.

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