História do Faraó dos Bitcoins chega ao cinema com Christian Malheiros

Milhares de clientes foram vítimas da fraude que resultou em dívidas bilionárias e perdas financeiras significativas.
A promessa fácil de enriquecimento, a fé como ferramenta
O filme examina como Glaidson usou símbolos de sucesso para atrair investidores em seu esquema de criptomoedas.
Mark

Por que agora? Por que adaptar essa história específica para o cinema?

Mimi

Porque ela encapsula algo muito brasileiro — a promessa de enriquecimento rápido, a mistura de fé e ganância, e como um homem comum consegue convencer milhares de pessoas a entregar dinheiro. É um espelho.

Luke

Mas precisamos ser claros: quantas pessoas realmente perderam dinheiro? A reportagem diz "milhares de clientes" e "dívidas bilionárias", mas não há um número exato de vítimas ou quanto foi efetivamente desviado.

Mimi

Verdade. O que sabemos é que a GAS prometia 10% fixo em criptomoedas — o que já é um sinal de fraude, porque nenhum investimento é garantido assim.

Mark

E Mirelis? Ela foi condenada? Está presa?

Mimi

A reportagem diz que as investigações a apontaram como responsável pelas operações financeiras, mas não há informação sobre sentença ou status legal atual.

Luke

Exatamente. Sabemos o que ela fazia, não sabemos o que aconteceu com ela legalmente. O filme pode preencher essas lacunas com dramatização, e o público pode sair do cinema achando que sabe mais do que realmente sabe.

Mark

O livro "Queda Livre" é a base. Ele responde essas perguntas?

Mimi

Provavelmente sim — é jornalismo investigativo. Mas o filme é uma adaptação, não um documentário. Vai priorizar drama sobre precisão.

Luke

E isso é legítimo para cinema. Mas o leitor precisa saber que está vendo uma versão dramatizada de eventos reais, não os eventos em si.

  • A GAS Consultoria prometia 10% de rendimento fixo em criptomoedas — uma garantia que não existia em lugar nenhum além da palavra de Glaidson.
  • A ostentação de luxo em Cabo Frio funcionava como propaganda viva: quanto mais riqueza ele exibia, mais investidores acorriam, alimentando o ciclo da ilusão.
  • Mirelis Peres, esposa venezuelana de Glaidson, operava nos bastidores e foi apontada pelas investigações federais como peça central da engrenagem financeira da empresa.
  • O colapso chegou com força: falência, dívidas bilionárias, violência envolvendo concorrentes e o cerco das autoridades federais sobre toda a estrutura fraudulenta.
  • Christian Malheiros e Lorena Comparato lideram um elenco robusto numa produção da Morena Filmes, com roteiro baseado no livro 'Queda Livre', dos jornalistas Isabela Palmeira e Chico Otávio.

Das margens da fé e do serviço, Glaidson Acácio dos Santos ergueu um castelo de promessas sobre o terreno instável das criptomoedas, seduzindo milhares de brasileiros com a ilusão de prosperidade garantida. Sua história — de pastor e garçom a símbolo de uma das maiores fraudes financeiras do país — agora encontra o cinema como espelho, com estreia prevista para 2027. O filme 'O Faraó dos Bitcoins', dirigido por Sergio Rezende, não narra apenas uma queda individual, mas interroga os sonhos coletivos que tornam possíveis tais ascensões.

A história de Glaidson Acácio dos Santos — ex-pastor, ex-garçom e, por um tempo, autoproclamado faraó das criptomoedas — vai ganhar vida nas telas de cinema. O filme 'O Faraó dos Bitcoins', com estreia prevista para o segundo semestre de 2027, acompanha a ascensão e o colapso de um homem que construiu um império sobre promessas que nunca tiveram sustentação real.

Christian Malheiros interpretará Glaidson, enquanto Lorena Comparato dará vida a Mirelis Peres, esposa venezuelana do empresário e figura central nas operações da GAS Consultoria e Tecnologia. Fundada em 2015, a empresa atraía investidores com uma proposta sedutora: rendimento fixo de 10% em criptomoedas. O que os clientes desconheciam era que estavam dentro de um esquema sem base real.

Glaidson operava a partir de Cabo Frio, na Região dos Lagos do Rio de Janeiro, onde a exibição de carros, imóveis e viagens de luxo servia como prova viva de que o negócio funcionava. Mirelis, segundo as investigações federais, controlava os bastidores financeiros e administrativos da empresa. Juntos, construíram uma estrutura que acumulou dívidas bilionárias antes de desabar.

O roteiro, assinado por Sergio Rezende e Dida Andrade, é baseado no livro 'Queda Livre', dos jornalistas Isabela Palmeira e Chico Otávio. Rezende também assina a direção. O filme não se detém apenas no auge do esquema — percorre também o colapso, as investigações, a falência e os episódios de violência que marcaram o fim dessa história. A produção é da Morena Filmes em coprodução com a Paris Entretenimento.

A trajetória de Glaidson Acácio dos Santos, o empresário que construiu um império de promessas vazias em torno de criptomoedas, chegará às telas de cinema. O filme "O Faraó dos Bitcoins" — título que retoma o apelido pelo qual Santos ficou conhecido — contará a ascensão e queda de um homem que começou como pastor e garçom e terminou acusado de liderar uma das maiores fraudes financeiras do país.

Christian Malheiros será o rosto de Glaidson na tela. Ao seu lado, Lorena Comparato interpretará Mirelis Peres, esposa do empresário e figura central nas operações da GAS Consultoria e Tecnologia. Fundada em 2015, a empresa atraiu milhares de investidores com uma proposta simples e sedutora: rendimento fixo de 10% sobre aplicações em criptomoedas. O que os clientes não sabiam era que estavam alimentando um esquema que não tinha sustentação real.

O roteiro vem do livro "Queda Livre", escrito pelos jornalistas Isabela Palmeira e Chico Otávio. Sergio Rezende assina tanto a direção quanto o roteiro, em parceria com Dida Andrade. A escolha de adaptar essa história para o cinema não é casual — ela toca em questões que definem o Brasil contemporâneo: a promessa fácil de enriquecimento, a fé como ferramenta de persuasão, e a ambição sem limites.

Glaidson construiu sua reputação em Cabo Frio, na Região dos Lagos do Rio de Janeiro, onde ostentava uma vida de luxo que funcionava como prova viva de que o sistema funcionava. Quanto mais ele exibia riqueza — carros, imóveis, viagens — mais pessoas queriam entrar no negócio. Mirelis, venezuelana, operava nos bastidores. As investigações federais apontaram-na como responsável pelas operações financeiras e administrativas da GAS, o que a colocou no centro da engrenagem fraudulenta.

O filme não se limita ao pico do sucesso. Acompanha também o colapso: as investigações federais fechando o cerco, a falência da empresa, dívidas que chegaram a bilhões de reais, e episódios de violência envolvendo concorrentes que também operavam nesse mercado cinzento. É a história de como uma estrutura construída sobre mentiras desaba quando a realidade bate à porta.

O elenco inclui Luana Piovani, Pascoal da Conceição, Ruan Aguiar, Jorge Paz, Romeu Evaristo, Dadá Coelho, Larissa Nunes e Shirley Cruz. A produção fica a cargo da Morena Filmes em coprodução com a Paris Entretenimento. O longa está marcado para estrear no segundo semestre de 2027, o que significa que ainda há tempo para que a história seja refinada, para que os atores mergulhem em seus personagens, e para que o público se prepare para ver na tela um dos maiores escândalos financeiros recentes do país.

A trama vai contar a ascensão de Glaidson, ex-pastor e ex-garçom que ganhou notoriedade em Cabo Frio ao ostentar uma vida de luxo enquanto atraía milhares de clientes
— Descrição do filme
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