Em Washington, o helicóptero presidencial Marine One e um jato comercial da Envoy Air passaram a apenas 1,2 quilômetros um do outro — menos da metade da distância mínima exigida pela FAA —, revelando uma falha no protocolo de segurança aérea criado após uma tragédia que custou 67 vidas. O episódio levanta uma questão que transcende a política: quando as regras existem para proteger a todos, a quem cabe garantir que sejam cumpridas, mesmo quando quem voa é o presidente?