Dois dias após revelar publicamente uma infecção facial severa, a cantora americana Halsey subiu ao Palco Mundo do Rock in Rio, no domingo 13 de setembro, e entregou uma performance de força incomum. Numa noite dominada por mulheres no line-up do festival, ela transformou a vulnerabilidade que sempre marcou sua trajetória pública — batalhas contra doenças, perdas e o próprio corpo — em combustível para um show agressivo e libertador. É o paradoxo que define sua arte: quanto mais frágil a pessoa, mais poderosa a artista.