Na noite de encerramento do Rock in Rio, sob uma chuva que não arrefeceu o ânimo do público, Halsey transformou o palco Mundo em um espaço de manifesto artístico e pessoal. A cantora norte-americana Ashley Frangipane, conhecida por transitar entre gêneros e identidades, confirmou naquele domingo molhado na Barra da Tijuca que a arte ao vivo ainda é capaz de unir vulnerabilidade e espetáculo em um único gesto. Sua estreia no festival foi menos um show e mais uma declaração sobre o que significa persistir — na música, no corpo e no mundo.