Em um país onde as filas de saúde pública são símbolo de uma promessa não cumprida, o ministro Fernando Haddad escolheu a inteligência artificial como resposta e a revisão contratual da Sabesp como gesto de correção de rumo. As propostas chegam carregadas de urgência técnica, mas também de um reconhecimento raro: o próprio ministro admite que o ambiente político dificulta a travessia de suas ideias do anúncio à realidade. É o retrato de um governo que governa entre o que deseja e o que consegue.