Na interseção entre inovação financeira e vulnerabilidade digital, a fintech britânica Revolut se vê diante de um ultimato que condensa uma das tensões mais profundas da era tecnológica: a fragilidade dos dados pessoais como moeda de extorsão. Um grupo autodenominado 'iamnotavillain' exige US$ 3 milhões em 24 horas, ameaçando vender registros confidenciais de centenas de clientes a redes criminosas caso o pagamento não seja efetuado. O incidente não é apenas um ataque a uma empresa — é um espelho das contradições de um sistema financeiro que promete modernidade, mas ainda busca respostas para
Hackers exigem US$ 3 milhões da Revolut após vazamento de dados de clientes
Centenas de clientes da Revolut tiveram dados confidenciais comprometidos e expostos a risco de venda para grupos criminosos.