O Alzheimer não começa na velhice — começa décadas antes, silenciosamente, enquanto ainda há tempo de agir. Especialistas em neurociência reforçam que hábitos cotidianos como o sono, a alimentação e o movimento não são trivialidades, mas forças que moldam o destino do cérebro ao longo dos anos. Em especial para as mulheres, as transformações hormonais da meia-idade representam uma janela crítica que a ciência finalmente passou a levar a sério. A mensagem não é de fatalismo, mas de agência: o que fazemos hoje é uma forma de cuidar de quem seremos amanhã.