Há setenta anos, em um amistoso esquecível numa Vila Alzira que o tempo apagou, um menino de quinze anos chamado Edson Arantes do Nascimento entrou em campo no segundo tempo e marcou um gol que ninguém reconheceu como histórico. Era 7 de setembro de 1956, e o mundo ainda não sabia que assistia ao primeiro de 1.283 gols de quem se tornaria o Rei do Futebol. A grandeza, como quase sempre, chegou disfarçada de coisa pequena.