Em seu discurso de despedida na Assembleia Geral das Nações Unidas, António Guterres fez o que poucos líderes institucionais ousam fazer: admitiu, sem eufemismos, que a organização que dirige está ultrapassada. Ao mesmo tempo, soou um alarme sobre a inteligência artificial como ameaça existencial à humanidade — uma tecnologia que avança sem a regulação coordenada que um risco dessa magnitude exige. O momento é revelador: é precisamente a instituição reconhecidamente inadequada que deveria liderar a resposta global a esses desafios.
Guterres admite ONU 'ultrapassada' e alerta sobre ameaça da IA à humanidade
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