Em setembro de 2026, o analista Gustavo Miller articula uma inquietação que transcende o ciclo noticioso: a humanidade pode estar se aproximando de um momento em que duas forças desestabilizadoras — um Super El Niño de proporções históricas e uma inteligência artificial em aceleração sem controle equivalente — se sobrepõem antes que os mecanismos de resposta estejam prontos. A questão não é se essas crises chegarão, mas se a sociedade terá a lucidez e a coordenação necessárias para enfrentá-las ao mesmo tempo.