Seis meses após o início do conflito no Oriente Médio, o que era temido como consequência futura tornou-se realidade presente: o petróleo ultrapassa US$ 110 o barril, os fretes encarecem e a inflação pressiona economias ao redor do mundo. O Brasil, dependente de fertilizantes importados em grande parte da região, sente o impacto em momento crítico para sua agricultura. Economistas advertem que a duração dos efeitos não depende de mercados nem de previsões, mas do desfecho de uma guerra cujo calendário está, em grande medida, nas mãos do Irã.