O que nasceu como um conflito entre dois países vizinhos atravessou, silenciosamente, as fronteiras de mais de vinte nações europeias. Drones tornaram-se instrumentos não apenas de guerra, mas de ruptura diplomática — fechando consulados, desmantelando instituições culturais e forçando governos a abandonar a neutralidade. A Europa se vê diante de uma pergunta que não pode mais adiar: até onde vai um conflito que já não tem margens?