O Grupo Mateus, gigante varejista do Norte e Nordeste brasileiro, atravessa em 2026 uma encruzilhada que revela uma tensão antiga no capitalismo de escala: crescer em receita não é o mesmo que prosperar. Diante de margens comprimidas, consumo enfraquecido e juros elevados, a empresa escolheu a rentabilidade sobre a expansão — e esse ajuste custou 6,6 mil empregos e 28 lojas fechadas. É o momento em que uma corporação para, olha para dentro e decide o que realmente vale manter.
Grupo Mateus fecha 28 lojas e demite 6,6 mil em reestruturação apesar de lucro de R$ 2,3 bi
Aproximadamente 6,6 mil funcionários foram demitidos durante o processo de reestruturação entre 2025 e primeiro trimestre de 2026.