Há cinco dias, os funcionários da Caixa Econômica Federal sustentam uma greve que ecoa em praças e avenidas de todo o Brasil — de São Paulo ao Distrito Federal —, lembrando que os direitos trabalhistas não são concessões, mas conquistas que exigem vigilância constante. A mobilização, que reuniu mais de 700 pessoas na Avenida Paulista e cerca de 400 na sede do banco em Brasília, já forçou a reabertura das negociações coletivas, revelando que a pressão organizada ainda é uma das linguagens que o poder compreende. O que está em jogo não é apenas um acordo salarial, mas a preservação de condições
Greve na Caixa chega ao quinto dia com mobilização de 700+ na Paulista
Mobilização de trabalhadores em defesa de direitos e benefícios conquistados, com risco de retrocessos nas negociações.