Em São Paulo, no Teatro Vivo, artistas, cientistas e lideranças indígenas se reuniram para conversar sobre o que talvez seja a questão central do nosso tempo: como habitamos a Terra e como a tecnologia está transformando quem somos. O encontro, curado pela Mandalah e transmitido ao vivo para qualquer pessoa com acesso à internet, apostou que saberes distintos — da neurociência à tradição indígena, da literatura à ecologia de sistemas — podem, quando postos em diálogo, gerar algo que nenhum deles alcançaria sozinho. Era, em essência, um ato de esperança organizada.