Em um momento em que a inteligência artificial já habita hospitais, salas de aula e sistemas de segurança pública, Bill Gates ergue um alerta que vai além da tecnologia: é um diagnóstico sobre a fragilidade das instituições humanas diante da velocidade da inovação. O fundador da Microsoft observa, com décadas de perspectiva, que o vácuo entre o que está sendo criado e a capacidade dos governos de compreendê-lo e governá-lo representa um risco civilizatório silencioso. A questão não é se os governos querem regular a IA — é se eles ainda têm tempo para aprender como fazê-lo antes que o momento d