Em setembro de 2026, o Ministério da Fazenda brasileiro reconheceu publicamente o peso dos juros elevados sobre a economia, revisando para baixo a projeção de crescimento do PIB de 2,5% para 2%. A inflação, embora ligeiramente menor, permanece acima da meta — lembrando que estabilizar preços e estimular o crescimento são, muitas vezes, objetivos que puxam em direções opostas. O governo segue projetando superávit, mas a aritmética fiscal torna-se mais frágil quando a economia cresce menos do que o esperado.