Uma empresa centenária que carrega cartas, encomendas e a memória logística de um país continental chega a 2027 com uma promessa de R$ 6 bilhões do Tesouro — não como resgate, mas como aposta calculada numa recuperação que já dá sinais de vida. O governo federal, equilibrando restrições fiscais severas e o compromisso com um acordo bancário firmado no fim de 2025, optou por inscrever o aporte no Orçamento do próximo ano, reconhecendo que a liquidez é o oxigênio de qualquer reestruturação. É o momento em que o Estado, ao mesmo tempo fiador e acionista, decide quanto acredita na própria empresa.