Em setembro de 2026, um relatório enviado por Donald Trump ao Congresso americano colocou o Brasil no centro de uma disputa diplomática ao exigir 'medidas enérgicas' contra o PCC e o Comando Vermelho, comparando a inação brasileira com o que chamou de coragem de outros governos do hemisfério. O governo Lula respondeu com negativas técnicas e citou avanços legislativos, mas a sombra do precedente venezuelano — a captura de Maduro pelos EUA — pairava sobre o debate, sugerindo que a soberania nacional pode ser o verdadeiro campo de batalha nessa disputa.